Locação Comercial em alta
Locação Comercial em alta
Segundo pesquisa realizada pela Lello, aumentou 11% o número de contratos de locação de imóveis com finalidades comerciais firmados em São Paulo, no ano de 2012, em comparação com 2011. Como a capital paulista é a cidade brasileira que concentra o maior número de empresas, o levantamento mostra que o mercado locatício segue firme e que a economia não desacelerou.
Mercado Imobiliário aquecido no começo de ano
Há não muito tempo, era consenso no mercado que as operações imobiliárias ficavam praticamente paralisadas durante os meses de janeiro e fevereiro. No entanto, de uns anos para cá, a máxima que diz que o ano só inicia depois do carnaval vem perdendo força. Na verdade, ano após ano, janeiro vem se tornando um dos melhores meses para vendas e locações, mesmo fora do litoral.
Otimismo ou desejo?
O aumento da renda e a redução do desemprego, aliados ao incremento do crédito imobiliário a juros baixos, estão deixando os operadores do mercado imobiliário mais otimistas do que (não) estavam em fins de 2012. O crescimento do PIB brasileiro e um déficit habitacional calculado em 20 milhões de moradias até 2020, também impulsionam esse sentimento.
Custo Brasil x ganância das construtoras
Somente o que os economistas chamam de “custo Brasil” pode explicar a razão de um apartamento simples de 100m², mesmo localizado numa região valorizada da cidade de São Paulo, ter preço superior a R$ 1,2 milhão. Na maioria das principais cidades do Primeiro Mundo, cuja renda per capita é superior à paulistana, USD 600 mil é muito dinheiro para um imóvel comum.
Brasil precisa de mais centros comerciais
Para quem ainda acredita que a oferta é grande nessa área, aqui vai uma informação relevante: considerado todo o País, temos apenas 4 m² de centros comerciais por habitante. Um número baixíssimo, se comparado com os EUA, onde a relação é de 187 m² por habitante. Até Portugal nos ganha de goleada, com 27 m² por habitante. E na sua cidade, como andam os centros comerciais?
Micro quitinete para obter macro lucro
Com a elevação dos custos da construção civil, uma das saídas encontradas pelas incorporadoras foi reduzir a área dos apartamentos. Uma das menores opções disponibilizadas ao mercado são as micro quitinetes, com áreas de 20 a 25 metros (mais garagem com depósito). Tão pequenas que são vendidas com mesa e cadeiras dobráveis, cama retrátil e eletrodomésticos embutidos.
A hora do DIMOB
Até o final de fevereiro, todas as imobiliárias, construtoras e incorporadoras do País deverão entregar à Receita Federal a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias. Continua sendo exigido o uso de certificado digital para a transmissão da Dimob, exceto para as empresas optantes pelo Simples Nacional. As multas são pesadas para quem deixar de apresentar o documento.
Subiu o preço dos anúncios no Zap
De acordo com o índice FipeZap ampliado, em janeiro o preço médio do metro quadrado teve uma elevação de 0,90%. Nos últimos doze meses, consideradas as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Fortaleza e Recife, o mesmo índice constatou uma alta média de 13,50%. O valor médio do metro quadrado, pesquisado em 16 cidades, ficou em R$ 6.350,00.
Maioria dos brasileiros não é preparada para o consumo
Pode parecer surpreendente, mas no Brasil é assim mesmo. Estudo feito pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica, mostra que 83% dos compradores primeiro escolhem o imóvel que irão adquirir, para só depois verificar como o financiamento vai caber no seu bolso. Apenas 17% dos adquirentes pensam primeiramente no valor do empréstimo e na prestação que terão que pagar.
[…] brasileiro é um caso “sui generis”. Uma pesquisa da FIPE descobriu que mais de 80% dos compradores de imóveis financiados, primeiro escolhem o imóvel, […]