Construtora condenada por atraso em obra
Em decisão inédita, o Tribunal de Justiça da Bahia condenou a construtora Città Ville SPE Empreendimentos Imobiliários, do Grupo OAS, a indenizar consumidores que ajuizaram ação judicial em razão do atraso da entrega do empreendimento Villa Alegro. O contrato de compra e venda dos imóveis tinha data de entrega para agosto de 2010 e até a presente data o empreendimento não ficou pronto em razão de problemas ambientais com o IBAMA e o Ministério Público Federal. Os consumidores ajuizaram a ação em dezembro de 2010 por sentirem-se prejudicados com o atraso e, com base no Código de Defesa do Consumidor,
Cláusula de tolerância das construtoras (2012!)
Graças às políticas de facilitação do crédito, especialmente as voltadas para a aquisição da casa própria, milhões de brasileiros, nos últimos anos, tem firmado contratos de promessas de compra e venda com construtoras por todo o Brasil. Boa parte desses ajustes dizem respeito à aquisição de imóveis na planta, onde o consumidor adquire uma expectativa de direitos, qual seja a de vir a ser dono de uma ou mais unidades imobiliárias a serem construídas naquele empreendimento. Esses contratos, que são de adesão, preveem um plano de pagamento do imóvel, pelo consumidor, com datas certas e predeterminadas, sob pena de sanções
Atraso na entrega de imóveis e o Direito do Consumidor
O atraso na entrega de imóveis comprados na planta pode gerar indenizações conforme o Direito do Consumidor. O momento é de super aquecimento do mercado imobiliário. A televisão diariamente traz anúncios publicitários de novos imóveis. Ao sair às ruas, prédios e mais prédios sendo erguidos para onde se dirige o olhar. Nos semáforos, inevitavelmente, panfletos de algum novo empreendimento. É o mercado que comercializa o sonho da casa própria comemorando resultados excepcionais. Com tanta demanda, porém, muitas construtoras não conseguem concluir a obra no prazo previsto. É quando o sonho de muitos consumidores se transforma em pesadelo. Transtornos variados, frustração
Justiça mira atrasos nas obras e erros de metragem
Justiça mira atrasos nas obras e erros de metragem Dois assuntos vêm gerando grande polêmica desde o “BOOM” imobiliário ocorrido na Região Metropolitana de Belo Horizonte: O constante atraso das construtoras na entrega de imóveis comprados na planta e os erros de metragem dos apartamentos construídos. Com o crescimento do número de empreendimentos imobiliários realizados na região metropolitana de Belo Horizonte, alguns fantasmas que aparentemente só assombravam as obras públicas passaram a ser recorrentes também na esfera privada. O atraso nas obras de imóveis comprados na planta se tornou uma prática recorrente das construtoras, já que as mesmas vêm lançando
Consórcio: não compete com crédito
As instituições financeiras não consideram que o consórcio seja um concorrente do crédito imobiliário porque focam em públicos diferentes. O consórcio é mais indicado para quem precisa do bem apenas a médio ou longo prazos, já que, se não for sorteado logo ou conseguir arrematar a carta de crédito ao dar um lance, o cliente pode ter que esperar mais de 16 anos para ter o dinheiro –caso do Banco do Brasil, com prazo máximo de 200 meses (veja quadro abaixo). “Enquanto o cliente de consórcio tem um perfil de planejamento financeiro, o público tomador de financiamento possui uma característica
Vai financiar um imóvel? Conheça cinco dicas estratégicas
Vai financiar um imóvel? Conheça cinco dicas estratégicas Sempre recebo perguntas pelo meu twitter @rg_machado sobre o processo de financiamento de um imóvel, dessa maneira, preparei um post exclusivo para falarmos do assunto. Se você está pensando em adquirir um imóvel, já deve ter se questionado: qual a melhor maneira de me programar financeiramente para realizar esta compra? Certamente, uma das suas primeiras opções será recorrer ao crédito habitacional.
Bolha Imobiliária: pequeno poupador que se cuide
Segundo João da Rocha Lima, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, o aumento nos preços de imóveis neste ano está descolado da realidade de custos e indica início de bolha imobiliária. A entrevista foi publicada em 12/08/11 no jornal Folha de São Paulo. Vale acrescentar que tanto o jornal quanto o entrevistado tem uma posição conservadora em relação a essa questão. Opiniões desse tipo podem gerar preocupações que esfriam o mercado, e isso provavelmente não interessa a nenhum dos dois. O que se viu nas grandes cidades do país nos últimos anos
Má gestão do condomínio – por Rodrigo Karpat
Os condomínios precisam ser geridos de forma profissional independente do tamanho do edifício. Uma má gestão pode fazer com que o valor da taxa condominial dobre ou até mesmo triplique de valor e também da redução do valor das unidades. A desvalorização do bem pode chegar até 30%. Esta desvalorização ocorre por conta da falta de manutenção, valores elevados de taxa condominial, dívidas trabalhistas, entre outros.
Alterações na Lei do Inquilinato estimulam acordos
Alterações na Lei do Inquilinato estimulam acordos As mudanças introduzidas na legislação do inquilinato pela Lei nº 12.112/2009, que entrou em vigor em 25 de janeiro de 2010, estão estimulando acordos entre locadores e locatários para evitar ações na justiça. “Essa legislação agilizou os trâmites nos fóruns, levando locatários que contavam com a morosidade da Justiça para se perpetuarem nos imóveis a buscar acordo com os donos de imóveis. Com isso, começou a haver queda no número de processos”, justifica Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Secovi-SP.
Valor dos imóveis começa a cair
Crise lá fora pode afetar o mercado aqui dentro… O ritmo galopante da alta dos preços de imóveis, observado em várias cidades do país nos últimos anos, está com os dias contados. A persistência da crise econômica mundial, que deve reduzir a expansão do país, e o elevado nível de endividamento das famílias estão contendo os reajustes ou mesmo derrubando o valor do metro quadrado em áreas até então supervalorizadas. O motivo é um só: mesmo com a renda ainda em alta, os consumidores estão tendo dificuldades para encaixar o valor das prestações em um orçamento já apertado.