Incra facilita certificação de imóveis rurais
Incra facilita certificação de imóveis rurais
Através da Norma de Execução 105, o Incra finalmente facilitou a certificação dos imóveis rurais. Agora, o georreferenciamento pode ser feito por meio da mera conferência do código do imóvel e da análise da poligonal e memorial descritivo da propriedade. Em razão disso, a escolha do profissional que levantará as informações técnicas e as repassará àquele órgão ganha especial importância.
A bolha imobiliária começa a murchar
Segundo o Índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados, os valores venais de imóveis em São Paulo estão passando pela maior desaceleração desde 2008. Os preços ainda estariam aumentando, mas agora numa proporção bem menor que nos últimos anos; em algumas regiões, até uma pequena queda (3,5%) foi constatada. Alguns analistas acreditam que há espaço para uma redução de mais 10% nos valores imobiliários.
Governo tenta estimular Setor Imobiliário
Novas medidas de incentivo à construção civil foram divulgadas pelo Governo Federal. A que mais repercutirá é a desoneração da folha de pagamento: as empresas do ramo foram autorizadas a recolher 2% do seu faturamento para a Previdência Social, em vez de 20% sobre o total da remuneração paga aos seus colaboradores. O mesmo benefício já havia sido concedido anteriormente há vários outros setores da economia.
Mais dinheiro do FGTS
Outra medida de estímulo ao mercado imobiliário, que deve ser aprovada ainda esta semana, é a elevação do limite dos financiamentos habitacionais para a compra de imóveis com recursos do FGTS. O Conselho Monetário Nacional já autorizou o aumento, de R$ 500 mil para R$ 750 mil, que agora está na espera da sua aprovação pela presidência da República.
Cresce o número de consumidores insatisfeitos
Conforme a AMSPA, nos primeiros onze meses deste ano, cresceu 29% o número de processos ajuizados por compradores insatisfeitos com o atraso na entrega de obras contratadas com incorporadoras. É o resultado da maior conscientização dos consumidores e da enorme quantidade de empreendimentos imobiliários lançados no mercado nos últimos três anos.
Poupança tem saldo positivo e pode alavancar mercado imobiliário
A Abecip – Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança informou que, nos dez primeiros meses do ano, em comparação com 2011, caiu 8% o número de imóveis financiados no Brasil com recursos da poupança e cresceu 15,1% o saldo das cadernetas. Ou seja, ninguém precisa se assustar com falta de empréstimos para alavancar os negócios, pois no curto e no médio prazos o SBPE continuará disponibilizando muito dinheiro ao mercado imobiliário.
Poupança saudável
A mesma Abecip diz que superou a casa dos R$ 81 bilhões o montante dos financiamentos concedidos para a compra e construção de imóveis no país, entre novembro de 2011 e outubro de 2012. Esse valor foi 6,4% superior ao emprestado nos doze meses anteriores. Já o saldo das cadernetas de poupança superou R$ 375 bilhões em outubro de 2012.
São Paulo entrega 1 apartamento a cada 2,5 minutos
Conforme a RealtOn, a cada hora que passa 24 apartamentos novos são entregues ao mercado paulistano para venda. Um recorde nacional. Apesar de São Paulo ser a mais rica cidade brasileira, não vai ser fácil ela digerir 509 empreendimentos, de todos os tipos, contendo cerca de 80.000 unidades – o maior número de lançamentos imobiliários vistos no país.
Renegociação da taxa de juros no financiamento imobiliário
Renegociar o juro de financiamento habitacional não só é possível como aconselhável, afirmam entidades de defesa do consumidor. Para elas, mesmo uma pequena redução, de meio por cento, na taxa anual contratada pode representar um valor substancial em empréstimos com prazo superior a dez anos. Antes de dar início ao processo, o mutuário precisa verificar se algum banco lhe oferece juro mais competitivo.
excelente post. Gostaria de registrar que os imoveis em rio preto também estão sofrendo esta desaceleração.
10%? Creio que o reajuste será maior.. não fosse assim as construtoras não dariam descontos de 40%.. Eu tenho um vizinho que comprou um apto novo, pagou uma fortuna, financiado – claro, e ainda não se mudou.. ele está tentando vender o apartamento antigo (tá pedindo 900k) há mais de 6 meses.. também tentou alugar por um valor absurdo (para pagar as prestações) e não conseguiu.. a corda está apertando e esse me parece um perfil clássico, muito comum no mercado de São Paulo.. a hora que esses caras não aguentarem mais, será uma correria para vender imóvel usado eu acho que o preço vai dar uma reduzida.. não arrisco a dizer quanto, mas acho que mais de 10%..