Caixa: volta a financiar casas sem asfalto
Caixa: volta a financiar casas sem asfalto Nesta segunda-feira (28), a Caixa Econômica Federal divulgou uma nota esclarecendo que imóveis em ruas sem asfalto voltam a ser financiados pelo programa “Minha casa, minha vida” (PMCMV), até o dia 30 de junho, porém para o financiamento, o imóvel precisa estar concluído. Neste mês, a Caixa Econômica Federal divulgou algumas mudanças no financiamento do programa PMCMV. Casas em bairros que não tem asfalto, abastecimento de água, energia elétrica, esgoto pluvial ou sanitário, não poderiam mais ser financiadas. Em Campo Grande, Construtores de imóveis realizaram uma manifestação em frente a Caixa, contra as
CEF amplia crédito para habitação
CEF amplia crédito para habitação A Caixa Econômica Federal (CEF) teve um aumento 57,2% no volume de investimentos em habitação, comparando os anos de 2010 e 2009. Ano passado, a soma chegou a R$ 77,8 bi. Em tese, este é um número do qual devemos nos orgulhar. A poupança contribuiu com R$ 27,7 bi, cerca de 203,9 mil moradias e o FGTS foi responsável por mais 398,6 mil novas unidades habitacionais. A CEF, hoje responsável por 70% de todo o crédito imobiliário ofertado no mercado brasileiro, destinou R$ 51,3 bi diretamente para o Minha Casa, Minha Vida, programa de construção
Cartão aluguel da CEF: era para ser uma boa notícia
Recém-lançado pela Caixa Econômica Federal (CEF), o Cartão aluguel chegará ao mercado com a promessa de substituir as demais modalidades de fiança. Hoje, as mais comuns, segundo o Secovi Rio, são o fiador, o depósito, e o seguro-fiança que, apesar de ter registrado um forte crescimento, ainda pesa no bolso (cerca de 1,2 aluguéis por ano). O inquilino que optar pelo cartão pagará uma anuidade de R$ 96 (a ser quitada em 12 prestações de R$8) mais taxa de manutenção de 6,67% ao mês. Assim, quem tem contrato de mil reais, pagará R$ 1.067 mensais, o que, ao fim de
Sem entrar em armadilhas no ‘Minha casa Minha vida’
Quem planeja comprar um imóvel do ‘Minha Casa Minha Vida’ deve ficar atento para não tornar o sonho da casa própria em pesadelo. Isso porque muitos empreendimentos que se dizem enquadrados no programa têm unidades que estão de fora do modelo. São imóveis que custam acima de R$ 130 mil — valor máximo da moradia do ‘Minha Casa, Minha Vida’. Segundo Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria e também Correspondente Imobiliário da Caixa Econômica Federal, os interessados em uma moradia pelo programa podem pedir das construtoras o laudo de avaliação da Caixa afirmando que o empreendimento está enquadrado no ‘Minha
CEF: 300 imobiliárias no cartão aluguel
Ao excluir a necessidade de um fiador e garantir o pagamento de 12 prestações, o Cartão Aluguel, anunciado pela Caixa Econômica Federal na última segunda-feira (20), vai facilitar o processo de locação de imóveis residenciais. A avaliação é do vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fábio Lenza. Implantado primeiramente como projeto-piloto em São Paulo e Goiânia, o produto entrará em vigor em todo o território nacional a partir de fevereiro. A expectativa do banco é cadastrar cerca de 300 imobiliárias no primeiro mês de funcionamento do cartão. “A imobiliária não precisa emitir boleto, se o pagamento atrasar, ela não tem
Guia rápido para compras em salões de imóveis
Guia rápido para compras em salões de imóveis Como o IBEDEC recebe todos os dias muitas consultas desta área e como são muitos os problemas relacionados à financiamentos negados, imóveis danificados, cobrança de taxas de condomínio em atraso, imóveis ocupados e até atraso na entrega de imóveis em construção, o Presidente do IBEDEC, José Geraldo Tardin, elaborou um Guia Rápido de Consulta para os candidatos à compra de imóveis em “Salão de Imóveis”: 1-) Imóvel ocupado – a maior fonte de problemas é quando o imóvel está ocupado e o banco resolve vendê-lo a terceiros, pois o retomou em execução
Mulheres compram mais imóveis
Mulheres compram mais imóveis O balanço das contratações de financiamentos imobiliários pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), em quase uma década – do ano 2000 até 25 de outubro deste ano – mostra o crescimento da participação dos jovens, das mulheres e dos que ganham até três salários. Apesar do sexo masculino ainda ser maioria, as mulheres representam, em média, 45,6%, no Ceará – uma alta de 10%. Os dados são da Caixa Econômica Federal (CEF), mas são representativos do mercado como um todo, já que a instituição detém cerca de 80% dos financiamentos imobiliários do País. O vice-presidente do
FGTS: pague dívida de imóvel
FGTS: pague dívida de imóvel Usar o dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para dar entrada na compra do primeiro imóvel é prática popular no mercado de crédito imobiliário brasileiro. Dados da Caixa Econômica Federal mostram que em 2010, até agosto, foram 654.689 saques do FGTS para aplicação em moradia, um total de R$ 4,631 bilhões. Recurso menos conhecido, de acordo com a Caixa, é a possibilidade de usar o dinheiro do fundo também para quitar parcelas (atrasadas, inclusive) ou reduzir o saldo devedor do financiamento do mesmo imóvel mais de uma vez, desde que haja
Crédito para Casa Própria: CEF prevê R$ 70 bi
Em 2010, o crédito para financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal deverá ultrapassar R$ 70 bilhões, um recorde histórico, segundo o banco. A projeção anterior era de R$ 60 bilhões até o final de dezembro. Se concretizada a previsão, a CEF fechará o ano com crescimento de 48,8% no crédito imobiliário. "O recorde é absolutamente histórico, Só para se ter uma ideia, a gente começou em 2003 com R$ 5 bilhões em crédito. Nós tivemos no ano de 2008, que já foi um recorde, R$ 23 bilhões. No ano passado, chegamos novamente a um recorde, de R$ 47 bilhões", disse
Em média, 62% do valor dos imóveis é financiamento
O percentual de financiamento dos imóveis vem crescendo nos últimos anos no país, atingindo no primeiro semestre de 2010 uma média de 61,9% do valor total da moradia, de acordo com os dados divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança - Abecip, que engloba todos os empréstimos feitos pelos bancos nesse período. Em 2009, havia ficado em 61,1%, patamar acima do contabilizado um ano antes (58,6%). Os números registrados em 2004 (46,8%) e em 2005 (47,8%) mostram que os clientes dos bancos davam mais da metade do valor de entrada para financiar a casa própria.