Preços dos imóveis interrompem trajetória de alta
O preço do imóvel dá sinais de estar próximo do topo, após forte escalada das cotações nos últimos dois anos. O valor médio dos apartamentos de um dormitório lançados na cidade de São Paulo, por exemplo, mais que dobrou entre 2008 e 2010 na comparação com os dois anos anteriores, segundo levantamento da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Índices de valorização de dois dígitos, na faixa de 40% a 65%, também foram registrados nos imóveis de dois, três e quatro dormitórios no mesmo período. Mas segundo especialistas já existem no mercado imobiliário indícios de um ajuste de preços
O passo e as pernas…
É inegável: 2010 foi um bom ano para o setor imobiliário nacional. Em todos os pontos do País, os lançamentos e as vendas registraram bons resultados. Conforme a pesquisa Secovi, de janeiro a outubro, na cidade de São Paulo, a comercialização registrou aumento de 0,3% em comparação com igual período do exercício anterior. Os lançamentos, por sua vez, cresceram 23%. Saliente-se que boa parte dos lançamentos estava represada por causa da crise econômica mundial. Portanto, vê-se uma retomada natural, embora apareçam ainda manifestações alarmistas sem fundamentos. O aparentemente exagerado volume de lançamentos relativo às vendas e os problemas pontuais no
USP divulga expectativas para mercado imobiliário em 2011
Mercado de shoppings centers aquecido em cidades pequenas, alto investimento em edifícios corporativos de alto padrão nas capitais, demanda por imóveis residenciais ainda maior que em 2010 e aumento de parcerias e joint-ventures são as expectativas do Comitê de Mercado do Núcleo de Real Estate da Poli-USP para o Mercado Imobiliário brasileiro em 2011. O comitê, formado por professores e pesquisadores do NRE e profissionais de destaque do setor, reuniram-se no último bimestre de 2010 para debater oportunidades, desafios e riscos esperados nos segmentos de shopping centers, edifícios de escritórios e residencial, tomando como subsídio não só o comportamento do
Mercado imobiliário pode entrar em crise
A primeira semana do ano foi repleta de notícias interessantes sobre como anda o mercado imobiliário brasileiro. A meu ver, as notícias novamente reforçam a tese que tenho desenvolvido desde o fim de 2009 de que estamos vivendo a formação de uma bolha imobiliária, cujos efeitos podem ser bastante perversos para nossa economia e para quem está especulando com o preço dos imóveis sem ter condição de cumprir sua obrigação satisfatoriamente. Muitas das notícias, aliás, chegaram a mim em comentários de nossos leitores, aos quais agradeço pela importante contribuição. A primeira notícia foi publicada na Revista Exame no dia 03/01/2011,
Brasil segue na mira de investidores estrangeiros
Segundo pesquisa global trimestral realizada pela Colliers International, grande parte dos mercados imobiliários mundiais está em alta. Todos apresentam uma característica de aumento de demanda, com conseqüente queda de vacância. A pesquisa aponta o Brasil como um dos mercados imobiliários mais atrativos para investidores estrangeiros, ao lado de países como Polônia e Ucrânia. Com a maior parte do mercado mundial pronta para o aumento da demanda e com o consequente aumento do valor dos aluguéis, 60% dos entrevistados demonstraram interesse em ampliar suas carteiras imobiliárias nos próximos 12 meses, enquanto apenas 31% disseram que planejam mantê-las nos níveis atuais. Uma
Um bom ano novo para os imóveis
Não há dúvidas de que o mercado imobiliário, nas grandes metrópoles, vive um momento ímpar. O aquecimento está por todos os lados, atingindo diversos perfis de imóveis e extrapolando as fronteiras das regiões e bairros tradicionalmente mais bem valorizados. Quem investiu em imóveis nos últimos dois anos, a não ser que tenha feito uma escolha extremamente equivocada, fez um ótimo negócio. Faz parte do senso comum pensar em imóveis como investimento seguro. A ressalva que até hoje se fazia era relativa à falta de liquidez neste mercado, argumento em certo ponto discutível, uma vez que a velocidade de uma transação
Brasil: melhor emergente imobiliário
Brasil: melhor emergente imobiliário Entre todas as nações com maiores chances de valorização, país ficou em quarto lugar no ranking liderado pelos Estados Unidos. Pesquisa realizada pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em inglês) apontou que o Brasil é o país emergente mais propício para investimentos estrangeiros no mercado imobiliário no ano de 2011. No ano passado, o Brasil dividiu a segunda colocação com a Índia, ficando atrás somente da China. A Rússia, considerada uma das principais economias emergentes, ficou apenas com a décima colocação. Entre todos os países do mundo com mais chances de
Imóveis interrompem trajetória de alta
Imóveis interrompem trajetória de alta Depois de, em alguns casos, dobrar de preço em dois anos, empreendimentos se ajustam à queda de demanda e valor de usados já começa a cair. O preço do imóvel dá sinais de estar próximo do topo, após forte escalada das cotações nos últimos dois anos. O valor médio dos apartamentos de um dormitório lançados na cidade de São Paulo, por exemplo, mais que dobrou entre 2008 e 2010 na comparação com os dois anos anteriores, segundo levantamento da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Índices de valorização de dois dígitos, na faixa de
Baixa renda: imóveis crescem em 2011
Baixa renda: imóveis crescem em 2011 Em linha com as projeções feitas no final de 2009, as empresas de construção civil consolidaram fortes resultados neste ano, impulsionadas por melhoras macroeconômicas no crédito, no aumento da renda disponível e no mercado de trabalho. O pacote habitacional do governo federal e o crescimento da demanda da faixa de baixa renda foram importantes drivers, e prometem seguir a mesma tendência em 2011. "Com o caixa reforçado por ofertas de ações e o mercado doméstico aquecido, aconteceu a retomada no ritmo de lançamentos, com metas mais otimistas do que em 2009. Desta forma, o
Venda de imóveis em SP: alta de 30%
Quem buscou imóveis em São Paulo neste ano, encontrou preços maiores que os registrados no ano passado. A valorização mais intensa que a de 2009, contudo, não prejudicou as vendas, que aumentaram, em média, 30% neste ano. E a tendência, segundo o presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), José Augusto Viana Neto, é que esse cenário não se altere em 2011. “A expectativa é que esse cenário continue, porque, por mais que se produzam novos imóveis, eles não conseguem atender à demanda natural do crescimento”, afirma. “É aquela história de oferta e procura. A procura está aquecida,


