Especulação imobiliária em Maringá
Especulação imobiliária em Maringá Desde que foi lançado em 2009, o Minha Casa, Minha Vida aqueceu o mercado imobiliário em todo o País. Em Maringá, onde o preço já estava pressionado, a iniciativa serviu para acelerar a valorização desordenada dos imóveis. "Na época do lançamento do programa, encontrava-se terrenos entre R$ 35 mil e R$ 40 mil. Um ano depois, os mesmos terrenos já estavam valendo R$ 50 mil e, agora, estão sendo comercializados por valores entre R$ 75 mil e R$ 80 mil", afirma o corretor Alexandre Mota Fontes, da Imobiliária Lokatell. Terrenos com preço inferior a esse nível
Minha Casa Minha Vida: SRZD tira dúvidas mais freqüentes
Com inúmeras perguntas recebidas sobre o Programa Minha Casa Minha Vida, resolvemos retomar o assunto para esclarecer mais sobre o programa de habitação do governo que beneficia famílias com renda de zero a dez salários mínimos. A superintendente da Caixa Econômica Federal Nelma Souza Tavares recebeu o SRZD (sidneyrezende.com) para tirar as dúvidas mais frequentes dos nossos leitores. SRZD: Quem pode participar do Programa Minha Casa, Minha Vida? Caixa: Pessoas com renda familiar de zero a dez salários mínimos. No entanto, o cadastramento só é para quem ganha de zero a três. Famílias que têm renda de três a dez
Sem entrar em armadilhas no ‘Minha casa Minha vida’
Quem planeja comprar um imóvel do ‘Minha Casa Minha Vida’ deve ficar atento para não tornar o sonho da casa própria em pesadelo. Isso porque muitos empreendimentos que se dizem enquadrados no programa têm unidades que estão de fora do modelo. São imóveis que custam acima de R$ 130 mil — valor máximo da moradia do ‘Minha Casa, Minha Vida’. Segundo Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria e também Correspondente Imobiliário da Caixa Econômica Federal, os interessados em uma moradia pelo programa podem pedir das construtoras o laudo de avaliação da Caixa afirmando que o empreendimento está enquadrado no ‘Minha
Casa própria: do sonho para o real
Casa própria: do sonho para o real Em 2002, o Brasil construiu 100 mil unidades de moradia. Oito anos depois, esse número quintuplicou e 500 mil novas casas (entre moradias populares, de classe média e de luxo) foram construídas no país. Também em 2002, o crédito imobiliário somou R$ 4,8 bilhões de novas contratações, valor que vai alcançar R$ 68 bilhões este ano – 13 vezes maior que aquele.
As novas regras do Programa Minha Casa Minha Vida
O programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) terá novas regras para a produção de moradias em 2011. Na semana passada, o governo publicou no Diário Oficial a medida provisória 514, que prevê uma série de mudanças para a segunda etapa do projeto. Entre elas, a possibilidade de construção de áreas comerciais dentro dos condomínios e o uso de terrenos em processo de regularização, a exemplo de favelas, para construção de novas casas. Outra novidade se refere ao critério de renda da população para contratação dos imóveis. Segundo o Ministério das Cidades, o valor não será mais calculado com base no
Programa financiará imóveis comerciais
Programa financiará imóveis comerciais A medida provisória publicada ontem (02/12) regulamentando o Minha Casa, Minha Vida 2 abriu a possibilidade de construção de áreas comerciais nos condomínios do programa. Essa foi a saída encontrada para financiar custos, por exemplo, da instalação de elevadores em alguns empreendimentos. Como o governo considera a possibilidade de instalar elevadores nos edifícios para utilizar melhor os terrenos, principalmente nos grandes centros urbanos, onde o preço do metro quadrado é bastante salgado, o dinheiro recebido com o aluguel seria usado para essas despesas adicionais.
Classe C desperta interesse das construtoras
Estimulado pelo programa do governo federal Minha Casa Minha Vida e também pela ampliação do crédito imobiliário destinado a imóveis de menor valor, o segmento voltado à classe C e D acompanha o bom desempenho de vendas vivido pelo setor imobiliário, cresce e atrai também o interesse de grandes incorporadoras. Além de uma infinidade de médias empresas que atuam no segmento, grandes corporações como Gafisa, MRV e Cyrela, entre outras, passaram a investir grandes somas no segmento. No caso dessa última, foi até criada uma nova empresa, a Living Construtora, para se dedicar especificamente a essa área. A Gafisa, por
Vai uma casa aí?
Com os dizeres “Aluguel, nem pensar” colocados na lateral, uma van da Sol, divisão de imóveis populares da imobiliária paulista Fernandez Mera, estacionou nas proximidades do terminal rodoviário de Barueri, na região metropolitana de São Paulo, na manhã de 18 de maio. Antes mesmo de o coordenador gritar a palavra de ordem aos dez corretores uniformizados de camisa amarela – “Vamos à guerra!” -, uma senhora interessada na compra da casa própria já pedia informações. Minutos depois, as dezenas de pessoas enfileiradas que aguardavam no terminal a chegada dos ônibus carregavam nas mãos o folheto verde com a informação de
Mercado imobiliário tem um novo público alvo
Mercado imobiliário brasileiro dá boas vindas às classes C e D A estabilidade da economia, refletida nos índices que apuram a inflação, alguns mostrando deflação, combinada com os vários incentivos que o governo federal tem dado a consumidores e fornecedores, abriu espaço para a chegada ao mercado de imóveis da população que compõe as assim chamadas classes C e D, cuja renda familiar oscila de dois a dez salários mínimos. De fato, de um lado temos uma classe média emergente, que viu seus rendimentos ganharem a batalha contra o processo inflacionário; de outro, uma gama de incentivos jamais vista à
