Compactos na mira dos investidores
O lançamento de imóveis compactos, com até 55 metros quadrados, tem crescido nos últimos anos em São Paulo impulsionado não só por quem procura o primeiro imóvel mas também por clientes que querem investir. A alta foi de 80,56% entre 2005 e 2009, segundo dados da empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel. O atrativo é a rentabilidade que se obtém com o aluguel, além da valorização do imóvel. Entre 2004 e 2009, os preços de casas e apartamentos novos subiram, em média, entre 30% e 40% na capital paulista, ante os 22% de inflação do período. O ganho com a locação
Imobiliárias no combate a lavagem de dinheiro
No mês de maio, o Cofeci publicou uma Resolução que estabelece as condutas a serem adotadas pelas imobiliárias no sentido de prevenir e combater crimes de lavagem de dinheiro no mercado de compra e venda de imóveis, de acordo com a Lei nº 9.613/1988. A medida visa normatizar os profissionais sobre a importância da participação da categoria, comunicando ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras - COAF - todas as ocorrências suspeitas de atividades ilícitas. Os procedimentos preconizados pela Resolução incluem a manutenção de um cadastro de clientes das imobiliárias, contendo dados essenciais, como toda a documentação pertinente ao imóvel,
Estabilidade econômica boa para os negócios
A estabilidade econômica vivenciada atualmente pelo mercado doméstico torna cada vez mais seguro o investimento em imóveis residenciais, tanto quanto adquiridos como forma de poupança ou como fonte de rendimento. A opinião é do vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças - Ibef, Luiz Calado. Segundo ele, o imóvel é um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de forma constante, além de oferecer uma liquidez relativa, pois sempre haverá compradores dispostos a adquiri-lo. Além disso, trata-se de um bem que agrega valor de geração para geração e está no imaginário de todos que desejam a tão sonhada casa própria.
Mercado Imobiliário de Limeira – Marketing
Limeira, como outras cidades do País, foi invadida pelos empreendimentos imobiliários. De um lado, investidores ávidos em encontrar um porto seguro para seus recursos. De outro, feirões bombavam por conta das facilidades geradas pelo projeto habitacional do governo, o Minha Casa, Minha Vida. E a comunicação passa diretamente por esse “boom”. Dias desses, conversando com um professor universitário da área da Administração, ouvi dele queixas sobre a quantidade de anúncios que os jornais impressos traziam a respeito dos empreendimentos imobiliários. Contou-me ele que o caderno de economia de “O Estado de S.Paulo” trouxe, durante um dia de semana, seis de
Novo IBRI: no 2º semestre
O Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária (Ibri), desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) para medir o rendimento dos investimentos em imóveis no país, deve entrar em operação no segundo semestre deste ano. Encomendado à FGV pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (Abrapp), o índice trimestral permitirá a comparação da rentabilidade do mercado imobiliário em relação a outros ativos -inclusive do próprio segmento- ou a de determinada carteira de um fundo em relação ao mercado como um todo, conforme o pesquisador e responsável pelo desenvolvimento do índice na FGV, Paulo Pichetti. "O Ibri é o índice que falta
Sam Zell faz nova aposta no mercado imobiliário do país
A Equity International, do investidor multimilionário Sam Zell, está procurando captar cerca de US$ 500 milhões para aumentar o investimento no mercado imobiliário brasileiro, apostando que o aumento das taxas de juros no País não limitará a demanda, já que a economia cresce no ritmo mais acelerado em vinte anos. A empresa investirá até dois terços do dinheiro em companhias brasileiras vinculadas aos setores de propriedades residenciais e comerciais, e o restante em outros países fora dos Estados Unidos, disse o presidente executivo da Equity International, Gary Garrabrant. Os novos recursos elevarão o capital investido total da empresa, que tem
OPÇÃO POR FUNDOS IMOBILIÁRIOS
Não tem dinheiro para comprar um apartamento? Já existem opções no mercado que permitem investir no setor imobiliário sem que se precise, necessariamente, adquirir o imóvel. Com menos de R$ 2.000,00 é possível ficar sócio de um shopping center ou de um prédio da Petrobras. Aplicações desse tipo são feitas por meio da compra de cotas de fundos de investimentos imobiliários, que lucram financiando a construção de empreendimentos ou com a cobrança de aluguéis. Para o investidor, o fundo paga uma remuneração mensal. Ele também pode ganhar com a valorização das cotas, que são negociadas na Bovespa ou em mercado
Sociedades em conta de participação no mercado imobiliário
Atualmente existem cada vez mais pessoas interessadas em investir em venture capital ou private equity. O capital de risco passou a ser uma grande oportunidade de negócios no Brasil, sendo crescentes os fundos ou as associações de pessoas tendentes a direcionar seus recursos para tais atividades, preterindo os investimentos clássicos como renda fixa, fundos de pensão ou mesmo o mercado de capitais. Aparecem os investimentos nas chamadas empresas emergentes, empresas que, entre outras características, pelo menos aos olhos dos investidores, sinalizam um futuro promissor em termos de remuneração aos seus recursos. E o que fazem estes investidores? Pactuam uma "sociedade
Brasil em 2º no ranking imobiliário 2009
Na mais recente pesquisa da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire, na sigla em inglês), o Brasil aparece em segundo lugar no ranking imobiliário de 2009, como país que oferece as melhores oportunidades de valorização dos investimentos imobiliários. O país foi escolhido por 16% dos pesquisados, subindo dez posições no ranking e ultrapassando a China na preferência dos investidores. Os Estados Unidos permaneceram em primeiro lugar, sendo o mercado prioritário para 37% dos investidores. A crise financeira iniciada em 2008 provocou queda acentuada nos preços dos imóveis americanos, criando grandes oportunidades de apreciação de capital. Na mesma 17ª pesquisa
Sam Zell, mega investidor imobiliário no Brasil
Sam Zell, dono de 225 mil apartamentos Sempre se espera que alguém com uma fortuna de US$ 2,4 bilhões seja distante, avesso à imprensa, de humor contido. Mas Samuel Zell é surpreendente. A começar por sua maneira de se vestir. Esqueça o tradicional terno e gravata. Na semana passada, ele visitou empresários brasileiros vestido com jeans, camisa branca, paletó bege e um boné laranja. Isto mesmo. Um boné com as iniciais de seu império, o Equity Group. Aos 65 anos, Sam Zell é o maior investidor imobiliário dos EUA e o 112º homem mais rico do mundo. Suas empresas são




