Professor da FGV prevê estouro da bolha
Professor da FGV prevê estouro da bolha SÃO PAULO – Os preços dos imóveis devem ter uma desvalorização severa após a Copa do Mundo de 2014, na opinião do professor da Escola de Economia da FGV (Fundação Getulio Vargas), Samy Dana. O professor estima que os preços de alguns imóveis nas 12 cidades-sede podem despencar até 50% depois do evento esportivo, principalmente, na cidade de São Paulo. “Sem dúvida, os preços dos imóveis residenciais, mais novos e localizados nas regiões centrais de São Paulo vão cair mais”, destaca. Algumas regiões vêm recebendo pesados investimentos em infraestrutura, o que, por consequência,
Bolha Imobiliária começa murchar
Bolha Imobiliária começa murchar Para o famoso Wall Street Journal, o boom imobiliário no Brasil já se esgotou. Conforme o jornal americano, o setor deverá continuar crescendo, mas num ritmo mais tranquilo e sem grande oscilação nos preços. A tendência, agora, seria a redução do número de lançamentos, até que o mercado absorva os que já foram disponibilizados pelas construtoras. Terrenos já não vendem como antes O arrefecimento do mercado é perceptível também na dificuldade que os proprietários de terrenos bem localizados estão enfrentando para negociá-los. O que até bem pouco tempo atrás era considerado um cheque nas mãos, hoje
Existe uma mega bolha no Rio de Janeiro porque:
Existe uma mega bolha no Rio de Janeiro A qualidade dos imóveis no Rio é péssima Morei e trabalhei vários anos nos EUA e na Europa (total de 18 anos) e me acostumei em morar em prédios com uma qualidade bem melhor do que os imóveis cariocas. Um apartamento de R$ 500 mil no Rio de Janeiro NÃO alcança esse valor em cidades como Lisboa, Paris, Boston ou Milão (todas cidades que conheço muito bem). O mesmo apartamento no Rio, com a mesma qualidade na Europa ou EUA, valeria a metade. No famoso bairro de Copacabana, a qualidade da maior
Preços de imóveis no RJ caem após supervalorização
Os cariocas estão assustados com os valores praticados no mercado imobiliário da cidade. Os preços de imóveis, tanto novos como usados, dispararam desde 2008 por conta do aumento do crédito ao consumidor e da demanda acentuada no mercado. As cifras tiveram aumento substancial em toda a cidade, com destaque para a Zona Sul e a Barra da Tijuca. No entanto, nos últimos meses as vendas vem tendo ritmo mais fraco, o que especialistas da área consideram como reflexo do “preço irreal” do mercado. Segundo o vice-presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio (CRECI-RJ), Edecio Cordeiro, de 2008
Bolha Imobiliária em São Paulo
Artigo que merece a reflexão de todos, publicado aqui, editado originalmente por Daniel Lima e depois por este Fórum Imobiliário:: A suspeita de que há uma bolha imobiliária brasileira definitivamente está na pauta da mídia. A Folha de São Paulo publicou recentemente dois artigos, de William Eid Júnior e Claudio Bernardes a respeito do tema. Cada um defendeu uma posição sobre a questão, e Daniel Lima, do site Capital Social, estruturou um debate a partir dos textos. Vale a pena conferir! Olha a bolha imobiliária aí gente! Quem acredita nessa advertência? Em quem o leitor botaria fichas sobre a possibilidade
Investimentos em imóveis ainda valem a pena
Investimentos em imóveis continuam valendo a pena, oferecendo segurança financeira, valorização a longo prazo e renda passiva. Apesar do crescente endividamento das construtoras e incorporadoras, o preço do m² em São Paulo e no Rio de Janeiro continua a subir. Segundo o índice Fipe-Zap, a valorização no preço dos imóveis entre 2008 e 2011 chegou a 155,4% no Rio de Janeiro e 123,8% em São Paulo. No entanto, compradores de imóveis reclamam do atraso na entrega das chaves. Este fato está se tornando uma constante, as queixas contra as incorporadoras via internet cresceram 581% em relação ao ano de 2009,
Bolha Imobiliária: pequeno poupador que se cuide
Segundo João da Rocha Lima, coordenador do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, o aumento nos preços de imóveis neste ano está descolado da realidade de custos e indica início de bolha imobiliária. A entrevista foi publicada em 12/08/11 no jornal Folha de São Paulo. Vale acrescentar que tanto o jornal quanto o entrevistado tem uma posição conservadora em relação a essa questão. Opiniões desse tipo podem gerar preocupações que esfriam o mercado, e isso provavelmente não interessa a nenhum dos dois. O que se viu nas grandes cidades do país nos últimos anos
Empresários da construção civil expõem seus temores
Os empresários do setor de construção civil estão mais cautelosos em relação à perspectivas de desempenho e crescimento econômico, conforme a Sondagem Conjuntural Nacional da Indústria da Construção, realizada pelo Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Foram ouvidos 241 empresários da construção de todo o país na pesquisa, realizada na segunda quinzena de agosto. O indicador referente ao crescimento econômico caiu pela quinta vez consecutiva e passou à perspectiva negativa pela primeira vez desde maio de 2009.
Valor dos imóveis começa a cair
Crise lá fora pode afetar o mercado aqui dentro… O ritmo galopante da alta dos preços de imóveis, observado em várias cidades do país nos últimos anos, está com os dias contados. A persistência da crise econômica mundial, que deve reduzir a expansão do país, e o elevado nível de endividamento das famílias estão contendo os reajustes ou mesmo derrubando o valor do metro quadrado em áreas até então supervalorizadas. O motivo é um só: mesmo com a renda ainda em alta, os consumidores estão tendo dificuldades para encaixar o valor das prestações em um orçamento já apertado.
Refinanciamento: qualquer semelhança não é mera coincidência
A notícia abaixo foi extraída do jornal O Estado de São Paulo: a concentração de renda cria situações inusitadas. Uma delas é o capitalista, em especial o banqueiro, não ter aonde colocar o seu capital. Criam-se mecanismos como o financiamento imobiliário, onde você paga 3-4 apartamentos e leva 1 – se não morrer antes, e agora o refinanciamento do seu financiamento. Não vai demorar para criarem o refinanciamento do refinanciamento do seu financiamento (essa espiral não tem fim).. tanto faz, o importante é que você passe a vida inteira pagando juros para os bancos. Porém, o que chama a atenção





