Financiamentos aquecem mercado imobiliário
Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) apontam um crescimento de 15,8% nos valores de financiamentos imobiliários no país. Isso quer dizer que, no primeiro trimestre de 2013, o setor teve um movimento de R$ 20,4 bilhões, no qual foram financiados 103 mil imóveis. Nos últimos 12 meses, os financiamentos somaram R$ 85,5 bilhões, ou 4,9% a mais do que o período de 12 meses anterior. Estes números nos levam a uma constatação cada vez mais evidente: o crescimento gigantesco do mercado imobiliário brasileiro está intimamente ligado ao número cada vez maior das possibilidades de
Imóvel terá crédito menor e mais caro
Imóvel terá crédito menor e mais caro A poupança está no limite para financiar casa própria e falta de recursos deve ser sentida em 3 anos O crescimento acelerado dos financiamentos para a casa própria começa a preocupar alguns setores, que estimam não haver recursos da poupança, a principal fonte de recursos do crédito imobiliário (95% do total), para além de três anos. Com a escassez, a tendência é de o crédito para empréstimos ficar menor e mais caro. O problema é que a poupança não está acompanhando o salto dos empréstimos habitacionais. Enquanto a caderneta cresce 20% ao ano,
Financiamento é a opção para aquisição de imóvel mais barato
Financiamento é a opção para aquisição de imóvel mais barato Um cenário promissor está formado em 2011 para quem quer realizar o sonho da casa própria. O crédito imobiliário para este ano será o maior da história, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança. A previsão é que os bancos vão ofertar R$ 105,5 bilhões, o suficiente para a compra de 1,2 milhão de imóveis. O caminho mais fácil e rápido é o financiamento imobiliário, sendo a solução encontrada pela maioria das famílias. Para isso, é importante ter, pelo menos, 10% da entrada do imóvel. Mas,
Expansão do setor imobiliário no brasil é sustentável
O aumento do crédito, associado à queda da inadimplência e às condições macroeconômicas favoráveis contribuíram para o superaquecimento do setor imobiliário no Brasil. Apesar de a expansão evocar a bolha norte-americana, esse crescimento é sustentado, afirmam especialistas entrevistados pela revista AméricaEconomia, que, em dezembro, traz um especial sobre o mercado. De acordo com o presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), Luiz Antonio França, esse aquecimento tende a ser sustentável e prolongado. O executivo, no entanto, faz ressalvas quanto ao crédito imobiliário, uma vez que os empréstimos foram concedidos, até o momento, quase totalmente com
Economistas negam existência de bolha imobiliária no Brasil
Economistas negam existência de bolha imobiliária no Brasil A expectativa de elevação da massa de renda da população, acompanhando o ritmo dos preços dos imóveis no país, afasta o mercado imobiliário brasileiro das características clássicas de formação de bolha. É o que defende o economista José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados. Ele argumenta que, comparando o cenário doméstico com a bolha hipotecária vista em 2008 nos Estados Unidos, em que o preço das casas crescia num ritmo muito mais rápido que o da renda dos americanos, o Brasil está longe de uma crise dessa magnitude. "Não temos dúvidas
Crédito imobiliário deve representar 11% do pib em 2014
A participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deve atingir 11% em 2014, de acordo com as projeções de Luiz Antonio de França, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Crédito Imobiliário e Poupança - Abecip. Isso é equivalente a um volume da ordem de R$ 500 bilhões, meta que o executivo considera importante e factível. Com o mercado aquecido pela maior oferta de crédito e aumento da massa salarial, a expectativa é de que essa relação fique entre 4% e 4,2% do PIB em 2010, calcula França, ao lembrar que essa participação permaneceu estagnada entre 2,5%
Crédito Imobiliário, motor ou freio da economia?
O crescimento do crédito imobiliário no Brasil impressiona. De 2008 a 2009, no auge da crise financeira detonada por uma bolha imobiliária nos EUA, ele saltou de R$ 63 bilhões para R$ 91 bi, e a projeção do setor é que pode alcançar R$ 455 bilhões em 2015. Se acontecer, será um salto de 620% em sete anos. O brasileiro se pergunta se é uma bolha se formando, alguns economistas sustentam que não. José Roberto Mendonça de Barros, da MB Associados, por exemplo, diz que o mercado brasileiro não é alavancado, nem tem derivativos como nos Estados Unidos. E lembra
Em média, 62% do valor dos imóveis é financiamento
O percentual de financiamento dos imóveis vem crescendo nos últimos anos no país, atingindo no primeiro semestre de 2010 uma média de 61,9% do valor total da moradia, de acordo com os dados divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança - Abecip, que engloba todos os empréstimos feitos pelos bancos nesse período. Em 2009, havia ficado em 61,1%, patamar acima do contabilizado um ano antes (58,6%). Os números registrados em 2004 (46,8%) e em 2005 (47,8%) mostram que os clientes dos bancos davam mais da metade do valor de entrada para financiar a casa própria.
ABECIP descarta bolha imobiliária no Brasil
A possibilidade de que uma bolha imobiliária esteja se formando no Brasil, apoiada em volumes robustos de crédito imobiliário e preços de imóveis em alta, pode não passar de um temor infundado. A constatação foi feita nesta quarta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança - Abecip, que encomendou um estudo à MB Associados para comprovar que, mantidos os atuais patamares do setor, a formação de uma bolha não deve acontecer no curto ou no longo prazo. “Não temos características básicas que induzam ao aparecimento de uma bolha… Não temos excesso de endividamento”, disse o economista da