Fórum Balcão de Negócios Fique por dentro! Crescimento imobiliário deve gerar cem mil empregos

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      [justify]O mercado imobiliário baiano, assim como em todo o país, experimenta um dos seus melhores momentos. Somente no primeiro semestre deste ano, o crescimento nas vendas chegou a nada menos que 68,2%. A euforia neste segmento da construção civil no estado também provocou um incremento no número de lançamentos, na ordem de 99%. Mas, toda esta disposição para novos investimentos, estimulada, sobretudo, pela oferta de crédito, pode esbarrar na oferta insuficiente de equipamentos e principalmente na falta de mão-de-obra qualificada. A expectativa é que o mercado proporcione, a partir do próximo ano, mais de cem mil empregos, um incremento de pelo menos 25%.

      O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil da Bahia (Sinduscon-Ba), Vicente Mattos, afirmou que o setor está preocupado com a questão da mão-de-obra, mas que há um mobilização para que haja uma ocupação satisfatória quanto às vagas que serão ofertadas. “Estamos buscando capacitar trabalhadores para atuação na construção civil. Para isso, estamos desenvolvendo programas junto com o Sesi e Senai”, afirmou. Mas, segundo Mattos, há carência também de profissionais para postos mais qualificados, como de os gestores.

      Em Salvador, basta olhar para o lado para sentir o ritmo do crescimento do setor imobiliário. Há lançamentos por toda a cidade, principalmente de empreendimentos residenciais. Além das construtoras locais, grandes incorporadoras nacionais já chegaram ou estão chegando ao mercado baiano, hoje um dos mais aquecidos do país. Mas, toda esta movimentação pode ter problemas. Alguns “gargalos” já começam a ser constatados, tanto na compra e aluguel de máquinas e equipamentos quanto na aquisição de insumos. “Até na compra de concreto já há dificuldade. O mesmo ocorre na locação de caminhões-bomba, já que frota não é tão grande”, informou Vicente Mattos. Uma das soluções para os construtores, segundo ele, pode ser a importação de produtos.

      Na esteira dos grandes construtores nacionais, a empresa paulista Degraus Andaimes e Máquinas também implantou, no último mês de abril, uma filial em Salvador. Em pouco tempo, pôde perceber, de fato, o tamanho do crescimento do setor de construção na Bahia. “Em poucos meses, já tivemos que adquirir mais equipamentos”, informou a gerente local, Denise Marins.

      Para ela, a concorrência é grande, mas a Degraus já conta com cerca de 50 clientes. Entre os equipamentos mais procurados, além dos andaimes, estão as linhas de compactadores de solo e as ferramentas elétricas.

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      Apartamento no Imbuí poderá ser pago em até 300 meses

      Mônica Bichara

      A bandeira Città (cidade em italiano) estará presente em todos os empreendimentos da parceria OAS Empreendimentos e FIT Residencial, a subsidiária do grupo Gafisa para a classe média, em Salvador. O primeiro, o Città Imbuí, com duas torres de dois e três quartos (204 unidades) e completa infra-estrutura de lazer, será lançado no próximo dia 27. O segundo, ainda maior, está prometido para antes do final do ano, mas a localização ainda está sendo estudada, segundo o diretor superintendente da OAS, Carmine De Servie. Ele não revela o valor investido, adiantando apenas que o preço médio das 204 unidades do Imbuí é R$120 mil. Já no segmento de alto padrão, no Horto Florestal, em consórcio com a Gafisa, lançará em novembro o Villagio Panamby, dando continuidade à parceria iniciada em Alphaville, onde lançou os empreendimentos Art Ville, Palm Ville, Forest Ville e Garden Ville.

      O projeto do Imbuí já foi apresentado a dezenas de corretores, quando os executivos das empresas explicaram o conceito de “produto inteligente”. Carmine De Servie garante que o empreendimento tem o melhor custo benefício do mercado, sobretudo pela entrega da área comum toda equipada. “Nenhum condomínio do Imbuí tem essa característica, com infra-estrutura completa, incluindo piscina climatizada”, ressalta, observando que geralmente os condôminos têm que arcar com altas taxas de condomínio para cobrir as despesas de implantação dos espaços da área comum.

      A modalidade de pagamento é outro diferencial, anuncia o diretor da OAS Empreendimentos, frisando que o financiamento será em até 300 meses, com prestação média de R$900, abaixo das praticadas no mercado para o padrão dos imóveis. Para adquirir uma unidade do Città Imbuí o candidato tem que dispor, de imediato, apenas de um sinal de R$2,5 mil em média. Fora isso, pagará três prestações diferenciadas, com 30, 60 e 90 meses, no valor médio de R$1,8 mil. “No restante pagará a prestação normal”, diz Carmine, chamando atenção para o fato dos compradores só precisarem apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de renda.[/justify]

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