1. o valor de uma carteira vai depender da oportunidade. Normalmente imobiliárias que estão mudando de ramo (ou de segmento dentro de um ramo) podem vender suas carteiras. A relação com os clientes vai depender dos contratos existentes (inclusive se podem ser subrogados – e em que termos) e de uma negociação entre as partes, e não se trata de perguntar se eles querem mudar para outra administradora, mas sim de informá-los sobre a mudança (na prática, pouca coisa vai mudar para o cliente – o que não significa que não haverá casos de descontentamento). Quanto ao preço, a base de cálculo é a receita que o atual administrador teria com a carteira. Em tese, essa receita deve cobrir o gasto para ser adquirida, os custos da administração (futura) e o lucro do futuro administrador. Pensar em renovações futuras (acho que) é “roubada”, porque pode simplesmente não acontecer, e se acontecer já será fruto do trabalho do futuro administrador.
2. Essa é uma pergunta difícil, porque cada mercado tem suas peculiaridades e a escolha da melhor estratégia passa ser uma questão de “tino comercial”. Tem imobiliária que oferece garantias (de aluguel, de pintura do imóvel, etc.), outras destacam a assessoria jurídica, etc. De qualquer forma, acho que a parceria com outros colegas é a melhor forma, porque muitos corretores não trabalham com locação, apesar de depararem diariamente com oportunidades nesse sentido, e gostariam de ter alguém para indicar (e ainda ganhar um dinheirinho… rs..rs..).