Qual o risco de comprar um imóvel em leilão?
Qual o risco de comprar um imóvel em leilão? As pessoas acreditam que comprar imóvel em leilão judicial é sempre um bom negócio. Mas, se o arrematante não tomar os necessários cuidados, pode ficar sem dinheiro e sem imóvel, ao menos por um bom tempo. Isso porque, devido a questões legais, muitas vezes o devedor, proprietário do imóvel colocado em leilão, ainda pode ingressar em juízo com recursos que atrasam bastante a expedição da carta de arrematação. Deve considerar também o fato de que, na maioria das vezes, o imóvel está ocupado e o custo para desocupação é do arrematante.
Seguro Fiança
Seguro Fiança Uma das garantias locatícias previstas na Lei do Inquilinato ainda é ignorada por muita gente: o seguro fiança. Trata-se de garantia bem recebida por quem não tem fiador ou não quer pedir fiança, e também pelos locadores, na medida em que cobre todas as obrigações dos locatários, como aluguéis, condomínios, IPTU, multas e danos ao imóvel. O custo anual equivale a cerca de uma vez e meia o valor do aluguel mais encargos. Cuidados na Locação Com o aumento da inadimplência e a incapacidade do Judiciário de julgar os processos, todo cuidado é pouco na hora de alugar.
Caixa reduz financiamento de imóvel usado
CEF REDUZ EMPRÉSTIMOS A Caixa Econômica Federal, que detém 70% do mercado de financiamento imobiliário no País, reduziu de 80% para 50% o porcentual máximo financiável para imóveis usados, avaliados em até R$ 750 mil, com recursos da poupança. No caso dos imóveis de valor superior a R$ 750.000,00, que não utilizam dinheiro da poupança, o tombo foi maior: de 70% para 40%, pelo sistema SAC. BOM PARA OS BANCOS PRIVADOS Com a decisão da Caixa Econômica Federal de reduzir substancialmente a parte financiável dos imóveis usados para venda, a maioria dos grandes bancos particulares passou a oferecer empréstimos imobiliários
Casa Própria: direito universal ou produto no mercado?
Casa Própria: direito universal ou produto no mercado? A expansão econômica do Brasil nos últimos 8 anos, associada a um incrível crescimento do crédito imobiliário, aumentou a transferência de renda para as elites, talvez em um ritmo jamais visto, a despeito dos propósitos sociais, sinceros ou não. O m2 dos terrenos, historicamente nas mãos de uma pequena parcela da população, explodiu de preço ao mesmo tempo que os "custos de produção", não associados ao aumento da massa salarial, também tiveram significativo aumento. Se por um lado temos muito a comemorar, como a redução do desemprego, o aumento da renda média



